Traduzir

sábado, 30 de março de 2013

Só um recado revoltado




Olá, pessoal

só estou passando aqui pra dizer o quanto estou revoltada com os cinemas em Araraquara.
Desde que li o livro A Hospedeira, fiquei louca para quando saísse o filme, então ele finalmente saiu, mas não há um único cinema em Araraquara em que o filme esteja legendado, todos os cinemas e todas as sessões estão passando com o filme dublado.
Sei que tem muita gente que gosta de filmes dublados, mas muita gente prefere legendado. Eu por exemplo, não suporto filme dublado, prefiro nem ver.  Que discriminação é essa com o povo que prefere filme legendado? Agora vou ter que esperar mais tempo pra poder ver o filme. Que injustiça! 

Mas então me conte, você prefere filmes dublados ou legendados? 

quarta-feira, 27 de março de 2013

Por Isso a Gente Acabou


Antes de mais nada, acho que vale a pena contar toda a história sobre esse livro, talvez não faça nenhuma diferença pra você, o que é bem provável, mas pra mim fez. Vamos lá, tudo começou quando vi a resenha em vídeo do Cabine Literáia, já gostei do livro logo de cara, a capa era linda e com aquele toque jovem, colorida, bilhetes, palavras escritas a mão e ainda por cima, de um escritor que embora nunca tenha lido nada do que escreveu, já vi muita gente de confiança elogiar e também já vi o filme Desventuras em Série que foi baseado em um de seus livros. Enfim, adorei o livro, a resenha que vi no Cabine e fiquei muito curiosa pra ler. Não comprei o livro de cara, mas ele ficou na minha cabeça.
Alguns dias depois, muitos dias depois, comprei um Kobo (logo postarei algo por aqui falando sobre meu precioso), pra quem não sabe, Kobo é um leitor de ebook, nele você pode baixar alguns capítulos grátis de livros, pra ver se gosta, caso a resposta seja sim, você compra o livro. Pois bem, num certo dia cheguei em casa depois da faculdade, acho que o relógio marcava 23:10, ou algo assim, fiz minha rotina antes de dormir, tirei a maquiagem, fiz chá, coloquei Dudu na cama, troquei de roupa, escovei os dentes e fui me deitar com o Kobo nas mãos, eu sempre leio antes de dormir. Comecei a olhar os livros, pra ver qual iria querer ler, foi então que vi “Por Isso a Gente Acabou” e aquela vontade de ler o livro voltou correndo pra mim. Tratei logo de apertar o botão “Amostra Grátis” (acho que é isso que está escrito no botão, não me lembro), então li as primeiras páginas, eu li, gente eu li e fiquei desesperada, pois eu precisava daquele livro, eu necessitava. Esse negócio de ler as primeiras páginas é uma armadilha, você está lá, lendo, viciada e então aparece um recado, “para continuar lendo, compre o livro” e você não tem escolha, você compra o livro. Não foi bem isso que aconteceu comigo, pois eu não me lembrava dos números do cartão de créditos e o cara que dorme ao meu lado na cama, o que certamente poderia me socorrer, estava completamente adormecido, daquela forma que dá até pena de acordar e é claro que eu não o acordei, pois o cara que dorme ao meu lado na cama acorda cedo para trabalhar e acordá-lo no meio da noite pra falar sobre números e cartões de créditos não me pareceu uma boa. É claro que fui ver na carteira, mas eu não sabia qual era o cartão certo, palmas pra mim.
Enfim, tive que esperar até o bendito dia seguinte para finalmente comprar o maldito livro dos meus sonhos. Foi isso que fiz, comprei e li em uma única noite, feliz da vida, viciada e totalmente alheia ao mundo que me rodeia, que se dane o mundo, o livro foi MUITO BOM!
Ok, falei demais, chega de falar disso e de como sofri pra conseguir esse livro e vamos logo para o que interessa.


“Por Isso a Gente Acabou” é um livro ma-ra-vi-lho-so, ele é feito em forma de carta, sim, não “cartas” é carta mesmo, pois é uma única carta, a que Min escreve para Ed, seu antigo namorado, ela escreve essa carta e deixa junto com uma caixa azul na porta da casa do garoto, juntamente com todas as coisas que vieram do namoro dos dois, ou coisas bobas que a lembram dele ou do tempo que passaram juntos.
Cada coisa da caixa tem uma explicação para estar sendo devolvida, cada coisa, uma história, cada história um significado para Min, cada coisa dizendo um motivo por eles terem terminado.
Ed diz que Min é uma garota “diferente” ou “das artes”, mas ela sempre diz que não é nada disso, eu até concordo com ela, pois Min é só uma garota legal que adoro filmes, principalmente os antigos.
Ela é divertida, não faz o tipo bobinha, chatinha e que faz tudo pelo cara que ama, mesmo que ela tenha feito isso em vários momentos, mas isso é outra história, ela deixou bem claro o motivo por ter feito e depois sentiu raiva por ter feito, o que já ajuda muito, em minha opinião. Eu não a culpo, pois quem nunca fez algo que não gosta pra agradar a pessoa que ama? Como ver um jogo de basquete, sendo que você odeia basquete, ou tentar ir num lugar, mesmo que você deteste o lugar. Amar tem dessas coisas, a gente tem que ceder, as vezes.
Bem, Min conhece Ed numa festa, que ele não foi convidado, mas ele é Ed, o cocapitão do tipo de basquete, o cara popular, lindo e cheiroso, ele tem permissão pra ir em festas que não foi convidado. Eles se dão muito bem logo de cara e resolvem sair, vão ao cinema ver um dos filmes velhos da Min, depois disso eles nãos se separam mais e tudo parece ir perfeitamente bem.
Ed é aquele cara lindo, alto, encantador, aquele que sempre sabe o que dizer, sabe aquelas pessoas que exalam charme pelos poros? Aquelas que te fazem adorá-la mesmo quando está morrendo de ódio? Ed é exatamente esse cara. E ele não é somente o atleta fortão, ele também é uma fera na matemática, é inteligente, engraçado, bem, vamos ser sinceras, ele me conquistou legal, fiquei perdida. Ele foi romântico, fez as coisas certas, ok, ele errou em alguns pontos, mas qual é, todo mundo erra. Ele foi carinhoso, ligava pra Min todos os dias, fazia as coisas que ela pedia, até as que ele achava gay, mas ele fazia, soube ser fofo, sexy, “suspiros”, ele foi demais, ele conseguiu fazer com que ela se sentisse amada e que quem estivesse lendo o livro se sentisse amada também, ou sentindo o amor dele por ela, não sei explicar.
Ele disse que a amava, disse que era especial, ele estava apaixonado, até os amigos deles diziam isso.
Você fica lendo e se perguntando o que de tão errado ele fez pra eles não estarem mais juntos e ela estar entregando essa caixa cheia de lembranças lindas, algumas tristes, mas a maioria linda. Você não entende o que de tão errado ele pode ter feito.
Ed é o tipo de cara que te faz subir até as nuvens, te deixa vendo flores onde não existe, te faz ver luzinhas brilhantes e sons de sinos se batendo, quando nem é época de natal, mas no final das contas você fica nervosa, triste e se perguntando que tipo de nome é esse. Ed, quem se chama Ed? Ted até seria aceitável, mas Ed? Que tipo de nome é esse afinal?
Ed, quem se importa com ele? Eu não. Ok, é mentira, eu me importo, pronto, falei.
A verdade é que fiquei chocada, pois esperava um final muito diferente do que encontrei. Não foi ruim, eu AMEI o livro, AMEI, e digo outra vez, eu AMEI!
A história te deixa tão presa, você não consegue parar de ler, precisa saber o que acontecerá depois, qual o próximo objeto, precisa saber, simplesmente precisa.
Você ri, dá muita risada, sente vontade de chorar, fica indignada e tantas outras sensações que só lendo pra entender. Foi um dos melhores livros que li esse ano, talvez o melhor do ano, ainda não me decidi ao certo, mas está na minha lista dos que ficam dentro do coração.
Eu só queria ter tido mais, o final poderia ter se prolongado por apenas mais um capítulo, pois eu queria ter visto a cara de Ed no final das contas, mas me contentei com o final que tive.
Leia, é tudo o que lhe digo, leia e depois me conte o que achou...

PS -1- Ed, você mereceu cada palavra e cada tralha que lhe foi deixada. Ah, e eu te odeio, não importa quantas coisas lindas e momentos de tirar o fôlego você tenha me proporcionado. E é com as palavras de Min que termino com você, seu cavalo...

PS -2- Ah, o livro é todo ilustrado, lindão! 

domingo, 24 de março de 2013

Peter Pan e Wendy



De todos os clássicos, Peter Pan é o meu favorito. Quem não conhece a história do menino que nunca cresce?
Pra mim essa é uma das histórias mais fascinantes, não somente por Peter, mas por todos os pequenos detalhes, todas as coisas ditas nas entrelinhas, todas as referências, metáforas, é tudo muito bem pensando, muito embora eu não possa deixar de ficar pensando em qual droga o escritor havia usado antes de começar a escrever. Kkkk É verdade, sei que o cara foi um gênio e que grande parte de sua “inspiração”, se é que podemos usar essa palavra, foi a morte de um de seus irmãos, ainda muito novo. Penso que James Mattehew, que era ainda mais novo que o irmão que morreu, deve ter escutado muito sua pobre mãe que estava em depressão, dizendo o quão triste estava por não poder ver mais seu menino crescer, que ele nunca se tornaria um homem, seria um menino para sempre. É isso que penso, fico até vendo a cena em minha mente, não somente a mãe de James, mas as tias, outros familiares e até mesmo desconhecidos, lamentando que o menino que morreu seria para sempre um menino.
Bem, deixemos essa parte triste e um tanto perturbada de minha mente e talvez de James e vamos logo falar do livro.
Peter Pan e Wendy é um livro maravilho, estupendo, não somente por ser meu predileto, mas por ser tudo isso que disse e mais um pouco.
O escritor consegue te fazer rir, ficar triste, sentir-se um tolo por estar lendo aquela cena bizarra e te mostrar como são realmente as coisas, sem medo algum de dizer com as verdadeiras palavras. Como quando diz que as crianças são desalmadas, as crianças só podem ir pra Terra do Nunca por serem alegres, inocentes e desalmadas. O que pode parecer cruel, mas não é nada mais, nada menos do que a pura verdade. Quantas vezes você já viu uma criança brigando com outra por causa de brinquedo bobo? Quantas vezes uma criança fere os sentimentos de outra pessoa sem nem um pingo de remorso, ou então quando não querem dividir o doce que estão comendo? Quantas vezes você viu uma criança dizendo que prefere a tia que lhe dá balas sempre que o vê do que a mãe que está sempre fazendo tudo por ela? É verdade, crianças não tem coração. Não estou dizendo isso de uma forma ruim, pois essa é uma das partes de ser criança, é assim que as coisas são.
Descobri muito mais coisas de Peter lendo esse livro, descobri que ele é o guia das crianças quando elas morrem, ele as leva por uma parte do caminho para que não tenham medo, que ele ainda possui seus dentes de lente, que tem sua primeira risada, sua inocência é intacta e que ele é o garoto mais esquecido de todos, esse pequeno detalhe é que faz toda a diferença, Peter só consegue se manter sendo um menino, por ser esquecido, pois só assim ele consegue viver as coisas pela primeira vez, várias vezes seguidas, ele sente ódio pela primeira vez, sente ciúme, passa por injustiças. Se ele passasse por situações como essas e conseguisse lembrar-se delas, não sentiria a mesma sensação na segunda vez que as vivenciasse e é por esse, talvez não tão pequeno, detalhe, que ele continua sendo um menino.
Tenho que dizer que os esquecimentos de Peter me magoaram algumas vezes, como quando ele se esqueceu de Wendy e de Sininho. Eu não gosto da Sininho, mesmo sabendo que ela o ama e que daria sua própria vida pela dele, o que ela realmente fez e mesmo sendo bem explicado que fadas sãos seres tão pequenos que só conseguem sentir um sentimento de cada vez, eu nunca vi um sentimento bom em Sininho, claro, tirando a vez que ela salva Peter, pois os sentimentos dela por ele são bem claros, tirando isso ela é bem chatinha e malvada.
O modo como o escritor nos mostra o amor de uma mãe ou a falta que uma faz é incrível, sem contar o quanto as falas são engraçadas e de como meninos ficam perdidos sem suas mães para lhes ensinar as coisas, daí surge o nome Meninos Perdidos da Terra do Nunca. Eles são meninos que caíram de seus carrinhos, como não foram encontrados em sete dias, foram diretamente para Terra do Nunca, que não podemos dizer exatamente como é, pois ela vive dentro da cabeça de cada criança, sendo assim, é quase sempre uma ilha e você só pode encontrá-la se ela estiver procurando por você, não basta apenas seguir as coordenadas fajutas de Peter, vire a esquerda e continue adiante, até o amanhecer, ou algo parecido com isso, não importa, pois nem ao menos é verdade, ele só disse isso por sentir-se envergonhado de não saber o endereço.
Peter é soberbo, gosta de se gabar de tudo o que faz, até mesmo do que não faz, ele se gaba até do que os outros fazem, colocando os créditos em si mesmo.
Ele é só um menino, ué, toda criança gosta de ser elogiada, crianças gostam de elogios pra tudo, quando fazem um desenho tenebroso de tão feio, elas sempre o levantam orgulhosas e esperam pelo elogio, não é mesmo?
O final das crianças, dos irmãos de Wendy e os meninos perdidos, me entristeceu um pouquinho, não posso negar, mas foi o final que elas mesmas escolheram. O final de Sininho, mesmo não indo muito com a cara dela, também não me agradou muito. O de Wendy e de Peter... Não sei explicar muito bem meu sentimento. Eu adoro a história, amo os personagens, amo até mesmo o Capitão Gancho, ele é encantador e muito educado, se você quer saber.
Já disse que o esquecimento de Peter chega a machucar, mas tirando uma frase do livro, não exatamente como está escrita, mas tirando exatamente o que ela quer dizer, as crianças vão embora, levantam-se animadas para ir ao desconhecido, deixando pra trás sem nem um pingo de remorso ou compaixão, as pessoas que mais amam. Eu amo a história, mas não é por isso que ela irá deixar de ser o que é e nem mudar seu final para me alegrar, afinal, sou apenas uma observadora, ninguém faz questão que eu esteja lá, o que não muda o fato de que eu estive.
Por fim, eu peço que leia Peter Pan e Wendy, pois sei que seu conceito sobre a história irá mudar, juntamente com muitas outras coisas que acredita.
Peter não quer crescer, não quer ser um homem e não se importa em ter uma mãe, sei disso, mas qual seria o motivo pra ele sempre voltar por aquela janela para buscar aquela garota para a limpeza de primavera e para o faz de contas, o único faz de contas que se recusa a acreditar que é real? Talvez nem tudo o que ela diga seja real, talvez ele tenha apenas se esquecido...

“Morrer será uma enorme aventura" -  Peter Pan

quinta-feira, 21 de março de 2013

Selinho




Olá, queridões e queridonas,

recebi mais um selinho de uma blogueira muito fofa, Aline Peres do blog Distante do que sou
Obrigada por se lembrar de mim, fiquei muito contente. :)


Regrinhas:
Dizer  11 coisas sobre você, responder as 11 perguntas e indicar 10 blogs para  recebe-lo. Ops: os blogs escolhidos devem ter menos de 200 seguidores,  porque o propósito é a descoberta de novos blogs.


Sobre mim:


  1-Eu detesto pessoas que ficam sentadas cutucando a sola do sapato. Minha vontade é de gritar na cara da pessoa: você pisou na rua, em todos os lugares sujos e depois fica cutucando essa sola do sapato? Qual seu problema? E anda logo, vai lavar essa mão!


  2- Adoro chá, todos os tipos de chás, gelado ou quente. Tomo chá todos os dias, faço chá toda hora, até mesmo quando não estou com vontade de tomar, o que é estranho e não faz muito sentido, mas...


  3- Falo tudo o que tenho vontade, não tenho medo nem peninha de falar o que penso, o pior é que as pessoas nem se assustam mais, pois já sabem que sou assim.



  4- Minha cor favorita é verde turquesa ou azul turquesa ou qualquer outra coisa que tenha turquesa no final.  



  5- Detesto que venham pedir meu batom emprestado. Meninas, batom não se empresta.



  6- Sou tão branca que algumas vezes as pessoas me perguntam se estou me sentindo bem, mas acho que esse detalhe vocês já devem ter reparado.


  7- Eu adoro dias frios e chuvosos, por algum motivo desconhecido, eles me dão vontade de cantar.



  8- Não gosto de sair, nunca gostei, sou a pessoa que mais gosta de ficar em casa que você irá conhecer, se estiver usando um pijama velho e com o cabelo preso no topo da cabeça sem maquiagem nenhuma, melhor ainda.



  9-Odeio meninas que ficam com o cabelão todo solto em dias muito quentes ou chuvosos, sério, não tem nada que me irrite mais. Dias quentes e chuvosos não foram feitos para cabelos soltos, não combina, não pode. Aquele calor de matar, você está vendo o suor escorrer pelo pescoço da pessoa, a vontade que tenho é de gritar: anda logo menina, prende essa juba antes que eu mesma prenda pra você. Da mesma forma que dias de chuva: chuva e cabelo são inimigos naturais, minhas filhas, todo mundo sabe disso.



 10- Eu adoro cavalos! Sempre tive muitos cavalos, desde pequena. Eu tinha um pônei, o nome dele era Chiquinho, mas ele morreu : (.



 11-Que difícil, 11 coisas sobre mim? Normalmente as pessoas fazem números redondos, quem inventou fazer esse selinho  com 11 coisas? 
Mas ok, vou dizer mais uma coisa então,eu sou casada há quase seis anos!


  Perguntas:

  1. Um sonho?
Ah, essa é muito fácil, meu maior sonho é ver meninas de 15/16 anos sentadas nos ônibus com um exemplar de Ninho de Fogo nas mãos, lendo avidamente enquanto os cantos de seus lábios se levantam inconscientemente por causa da leitura. Kkkkk



  2. Uma coisa que não goste?
 Quando entregas online demoram pra chegar.

  3. Uma desilusão?
 O final do livro Onde Terminam os Arco-Íris... Esperei tanto desse livro. 

  4. Que faria se lhe saísse o Euromilhões?

Hmm, são tantas possibilidades que fico até boba de pensar, mas acho que uma das coisas que faria, seria abrir minha própria editora e linha de maquiagem. Kkkk

  5. Prato favorito?
 São tantos, mas eu gosto muito da torta de frango que minha vó faz.



  6. Um desafio?
Terminar o livro 2 e 3 da trilogia Ninho de Fogo em menos de 9 meses... :/ 

  7. O que a deixa feliz?
 Doce de pêssego, ficar com pessoas que amo e gastar dinheiro com bobagens, pois eu também sou gente, ué.


  8. Se o mundo acabasse agora o que faria?
 Não sei, provavelmente nada, o mundo iria acabar mesmo... 

  9. Um desejo?

Ser uma grande escritora!


  10. Uma tortura?
 Esperar os outros, isso me deixa louca. 

  11. Uma viagem dos sonhos?
   Eu poderia dizer Nárnia ou Terra do Nunca, mas como não dá, vai Caribe mesmo. :) 





Ok, eu sei que agora deveria indicar dez blogs, mas não irei fazer isso, vou deixar o selinho aberto, quem gostou e quiser responder, sinta-se livre... :)

Até mais.



terça-feira, 19 de março de 2013

Awake - A vida por um fio




O filme é interessante. Quando vi o trailer achei que seria outra coisa, mas até que me surpreendeu, uma surpresa boa.
Iremos conhecer Clayton Beresford, interpretado pelo ator Hayden Christensen (Anakin Skywalker forever), por falar nisso, quem não o achar incrível que dê um tiro em sua própria testa. Clay é um cara muito rico, com um bom emprego, uma mãe protetora e uma noiva maravilhosa. Ele poderia ter a vida perfeita, se não tivesse um problema no coração e precisasse fazer um implante, sem dizer que sua mãe não sabe de sua namorada, pois não aprovaria essa relação.
Ele sabe que não tem muito tempo de vida, pois não encontram um doador, então resolve aproveitar com sua garota, o relógio está correndo e ele não quer deixar de fazer coisas por causa de seu coração.
Num certo dia encontram um doador e ele tem que ir as presas para o hospital para fazer seu transplante, é então que a história começa.
Clay fica “presente” durante sua cirurgia, de alguma forma ele não fica totalmente anestesiado e escuta, sente e vê todos naquela sala.
A história é boa, eu previ alguns acontecimentos, mas não todos, alguns realmente me pegaram de supetão. Talvez a única coisa que eu não tenha gostado é o tempo de duração, o filme é bem curtinho, acho que uns noventa minutinhos, pra mim eles passaram voando e acho que poderia ter um pouco mais de história depois do final.
Recomendo, é claro, é um filme que te deixa agoniado, triste, com raiva, mas não é nada que se diga, “nossa como é diferente”, você me entende? Kkkk
Fica a dica... 
(Resenha bem curtinha, pois o filme é curtinho e não há como dizer muito mais do que já disse, se não vocês descobrem o final...)

sábado, 16 de março de 2013

The First Time



Muita gente estava falando bem desse filme, dizendo o quanto é divertido, diferente e mais um monte de bla bla bla.
Resolvi assistir, pois pensei que poderia ser legal, já que todos estavam comentando, mas não foi bem assim que aconteceu.
O filme começa meio paradão, as cenas se enrolam por um bom tempo até chegar na próxima. No começo achei que isso das cenas se prolongarem deveria ser algo intencional, pro filme ser diferente, mas comecei a ficar tão cansada disso, parece que o filme vai se arrastando na nossa frente, as cenas não acabam, as conversas sem sentido, sem emoção, muito ruim.
A história é bem simples e boba de se contar, eu devia ter lido a sinopse antes de ver o filme, mas infelizmente não fiz isso. Um garoto é apaixonado por uma garota linda da escola que por acaso não faz ideia disso e namora um dos caras mais populares. Um dia esse garoto encontra uma outra menina e eles viram amigos, então ele apaixona por ela, algumas coisinhas chatas acontecem por aqui e ali e pronto, viveram felizes para sempre.
Sério, não tem história nenhuma, nada. Acho que foi um dos piores filmes que já vi, se não for o pior.
Pra falar a verdade, esse filme só está sendo falado e os adolescentes só estão gostando por causa dos atores, Dylan O’brien, que atua na série Teen Wolf e Britt Robertson, a menina da série The Secret Circle.
Enfim, não assistam, pois é uma perda de tempo, quando terminei fiquei encarando a tela da minha televisão com vontade de entrar lá dentro e estrangular os atores e quem produziu o filme...

segunda-feira, 11 de março de 2013

Vampiratas - Demônios do Oceano



Faz um bom tempo que li Vampiratas, mas ainda me lembro exatamente da história. Esse é um livro daqueles que você olha e não dá nada, acha que vai ser meio ruim, pensa que estará mais pra comédia do que qualquer outra coisa, mas mesmo assim resolve ler e no final se surpreende.
A história é bem melhor do que eu pensava, vamos conhecer os irmãos gêmeos Grace e Connor, eles moravam no farol da cidade com o pai viúvo, imagina viver dentro de um farol, quantas histórias você não teria pra contar e escutar, já fiquei empolgada por esse começo.
Bem, depois de um acidente o pai deles morre e os gêmeos se encontram numa situação terrível, pois não podem mais viver sozinhos no farol, então eles resolvem pegar um navio e fugir...
Tudo parecia ir bem, mas depois de uma tempestade os irmãos se separam, cada um é resgato por navios diferentes. Connor se encontra em um navio pirata e logo vira amigo dos tripulantes, começa a se adaptar as regras e aprender muitas coisas importante, como por exemplo como usar uma espada.
A grande surpresa, ou talvez não tão grande assim, é pra onde Grace vai, o navio que a resgatou é nada mais nada menos que o navio dos Vampiratas, piratas vampiros que habitavam os contos que seu pai lhe contava antes de dormir, sempre soube que eles eram terríveis, criaturas da noite com sede de sangue, sem dizer sobre o capitão com olhos vazios que comanda o lugar.
Grace fica perdida, muitas coisas mágicas acontecem em sua cabine, sopas aparecem do nada em frente a sua cama, velas se acendem sozinhas. Ela não pode fugir, não sabe onde está e nem o que irá acontecer, mas tudo fica um pouco menos assustador com a chegada de Lorcan Furey, um dos tripulantes dos Vampiratas, ele é doce, gentil e muito misterioso, assim como todos e tudo dentro naquele enorme navio. Foi ele o cara que salvou sua vida no dia da tempestade e é o único que ela tem permissão para interagir, ela agradece por ele ser tão bom com ela, mas o que ela mais quer é encontrar o irmão novamente.
Connor também quer encontrá-la e faz de tudo pra isso, mas o que eles podem fazer?
O livro é mesmo muito legal, muito bem escrito e criativo. As aventuras de Grace e Connor são fantástica e a história te mantém preso.
Ao todo, acho que são seis livros, até agora li apenas o primeiro, mas em breve irei ler o restante, pois estou muito curiosa pra saber o rumo que a vida dos gêmeos tomou.
Tudo que posso dizer é que a história é incrível e que sou apaixonada por Lorcan, as coisas que ele fez são tão dignadas e puras que você não tem outra opção a não se apaixonar por ele...
Vampiratas é realmente uma história empolgante, com aventuras, amor, revelações, mistérios, medo, coisas mágicas, amizades, lugares fantásticos e pessoas fascinantes.
Espero que você fique interessado e que goste tanto quanto eu...

terça-feira, 5 de março de 2013

Belo Desastre



Eu já conhecia o livro, mas só fui ficar louca pra ler depois de ver uma incrível resenha no blog da Isie Fernades, de Dai pra Isie.
Eu gostei do livro, não posso negar, dei risada, fiquei tensa, chorei, morri de raiva e senti milhares de outras sensações, isso foi o que mais gostei no livro, ele me fez sentir de diversas formas, me fez amar alguns personagens em uns momentos, mas em outros eu os odiava com todas as minhas forças.
Bem, o livro conta a história de Abby e Travis, ela parece uma garota certinha, que usa roupas comportadas e brincos de pérolas e ele o bad boy, todo tatuado, cabeça raspada, músculos por todas as partes, sem dizer que participa de umas lutas ilegais que acontecem nos porões das faculdades. O nome desse cara na hora das lutas é nada mais nada menos que, “Cachorro Louco”. Kkkkkk
A verdade é que Abby não é tão certinha quanto parece e Travis não é tão assustador quanto parece. Não, na verdade ele é sim, ele é bem assustador e amedrontador também, não conheço nem um homem que não sinta medo dele e que não fique tremendo quando seus olhos assassinos os fitam de relance.
Eu gostei do livro, muito, é verdade, mas não sei, algo não ficou muito certo pra mim. Quer saber o motivo? É que não pude deixar de notar a semelhança entre Christian Gray e Travis e de Anastasia e Abby, sinto muito, mas foi isso que senti. É claro que Travis é mil vezes melhor que Gray, não somente por nunca ter levantado um dedo se quer pra Abby e sentir horror a qualquer coisa que pudesse machucá-la, mas também por ser muito mais adorável e carinhoso, ao modo dele, é claro. Mas eles se parecem em alguns aspectos, como o fato de serem SUFOCANTES, totalmente exagerados, protetores ao extremo, chatos quando pensam que sua amada pode deixá-los e com mudanças rápidas de humor.
Travis tem seus problemas, ele é esquentado demais,SUFOCANTE, fica enfurecido em menos de um segundo, perde a cabeça e arrebenta a cara de qualquer um sem nem pensar duas vezes. Sim, ele é muito agressivo e isso me irritou um pouco, o cigarro também, ele fuma igual um louco e o fato de Abby dizer que gosta do cheiro de cigarro misturado ao da colônia que ele usa não ajudou muito, quem gosta de cheiro de cigarro? Tirando as pessoas que fumam, ninguém suporta cheiro de cigarro...
Ele também é um perfeito cafajeste, mas daqueles com força mesmo, do tipo que briga com sua garota e sai com outra na mesma noite. Teve uma cena em que ele fez sexo com duas garotas e se certificou que Abby escutasse todos os sons e gemidos, mas no outro dia se arrependeu e foi comprar várias coisas que Abby gosta, incluindo um secador novo e a espuma rosa que ela gosta de usar pra se depilar... Vai pro quinto dos infernos com esse secador e espuma rosa, meu filho. Não consegui esquecer esse fato durante todo o livro e confesso sem vergonha alguma que tive algumas lágrimas nos olhos enquanto lia essa parte, pois fiquei me colocando no lugar de Abby. É lógico que eu nunca faria o que ela fez em seguida, pois sou orgulhosa e não sou tonta, sem dizer que não sou feita de ferro e meu sangue não é de barata. Nossa, fiquei nervosa, mas acho que isso é uma característica básica de Trevis, deixar as mulheres nervosas, mesmo aquelas que ele nem ao menos conhece.
Bem, a história gira em torno deles e de seus amigos, Travis, o garanhão se encontra domado e apaixonado por essa garota e ela mesmo com seus segredos se encontra na mesma situação que ele.
Gostei da melhor amiga de Abby, seu nome é America, isso mesmo, ela é meio doidinha e dramática, mas é uma boa amiga, sem dizer que namora o primo de Travis que é um completo fofo.
O livro é bom, principalmente por todas essas emoções que nos faz sentir, mas assim como Isie Fernandes, também senti uma divisão na história e acho que seria melhor se tivesse sido dividido em dois volumes, a separação dos fatos se mostra claramente e quando você ler, irá perceber logo de cara.
Eu posso dizer que gosto de Abby, apesar de suas escolhas tontas e de ficar fazendo papel de piriguete se dividindo entre dois homens, mesmo não estando de verdade com nenhum deles. Travis é... Complicado, essa é a melhor palavra pra se usar, ele é meio louco também, tem sérios problemas, esse lado sem noção e doentio dele que me fez ficar em cima do muro, algumas vezes ele é um doce, mas em outras é um pirado, do tipo que joga mesas, quebra coisas e ataca pessoas por motivos banais, como sua namorada ter atrasado cinco minutos pra te ligar.  Várias vezes senti vontade de agarrá-lo pelos ombros e gritar: “Vai se tratar, seu doente!”.
Por fim, eu recomendo o livro, pois no final das contas eu gostei, ele mexeu comigo de algumas formas, me fez sentir várias coisas diferentes, desde raiva suprema até oh! Que fofura. Se você não curte casais problemáticos, amigos doidos, caras malucos que quebram a cara dos outros, cenas bonitinhas de amor, indecisões e escolhas erradas, provavelmente não irá gostar de Belo Desastre, mas então eu te digo, vale a pena ler, quer apostar?


PS - Ah, esqueci de dizer que existem algumas cenas quentes, algumas partes mais sensuais, elas existem e eu as acho muito mais românticas do que hot, muito embora elas sejam. É isso então, acho que já falei demais, é isso que dá fazer resenha logo em seguida de ler o livro, sentimentos borbulhando a flor da pele, a gente fala demais e não é muito coerente, mas gosto de resenhar logo em seguida, acho que fica com um ar de “isso é muito verdadeiro”...

domingo, 3 de março de 2013

Wake


Olá, pessoal

Sei que tenho andando meio sumida. As aulas na faculdade começam e minhas postagens diminuem.


Pois é, não é coincidência, minha faculdade voltou dia 05 de fevereiro, no comecinho ainda estava mais tranquila, mas agora tudo anda corrido. Tenho que ir à faculdade até aos sábados, não de vez em quando, mas TODOS os sábados. Horas complementares, audiências simuladas todas as sextas-feiras, sem dizer que participo de todas, pois o pessoal da minha sala tem mais vergonha do que tudo e eu como não sou nem um pouco tímida, acabo participando de todas...
Enfim, isso é só o começo, quando a semana de provas começar não terei tempo nem de respirar, esses são os únicos dias do ano em que chego em casa quase desmaiando e caio na cama sem tirar a maquiagem, é claro que acordo me sentindo mais culpada do que ladrão de pirulito de criança, mas é isso que acontece em toda semana de provas, acho que todo mundo vira uma pilha de nervos.
Bem, chega de falar de mim e de como estive sumida e vamos logo pra resenha de hoje.


Wake é um livro muito bom, faz algum tempo que o li, mas ainda adoro e iria adorar se virasse filme, ouvi rumores sobre isso por esses dias, estou torcendo para que seja verdade.
O livro conta a história de Jane uma garota de dezessete anos que tem um certo problema, ou dom, depende de que ponto de vista se olha. Ela sempre é sugada pelos sonhos dos outros, sempre que alguém adormece perto de Jane, a garota é sugada pra dentro do sonho, ela adormece junto e fica presa até que a pessoa acorde, ou até que alguém leve a pessoa que está dormindo pra longe dela, ou alguém feche uma porta as separando, tem umas regras pro negócio acontecer ou parar de acontecer.
Jane é uma garota muito doce, não sabe quem é seu pai e sua mãe é uma bêbada que nunca cuida dela, então Jane é a típica garota que teve que amadurecer muito mais cedo do que o normal e é acostumada a cuidar de si mesma.
E é claro que numa parte do livro um carinha aparece, os carinhas sempre tem que aparecer, pois é isso que acontece na vida real, você sempre se apaixona por alguém e é isso que esperamos que aconteça com os personagens, ao menos grande parte do público espera.
O nome do garoto é Cabel, se tivesse que escolher uma única palavra para descrevê-lo seria, adorável. Cabel é muito adorável, não do tipo irritante mi mi mi, mas do tipo que te faz gostar dele, te faz adorar a forma que ele trata Jane e de como ele é. Tudo bem que ele tem um passado meio tenso e ok, ele é meio problemático, mas quem não é? Quem nunca teve nada que gostaria que os outros não soubessem? Cabel e Jane são um casal perfeito, um completa o outro de uma maneira tão linda, o amor deles é tão puro e incrível de se ver que te faz querer um igual.
O livro é realmente muito bom, li muito rápido e logo procurei pela continuação. A história te mantém presa, você fica o tempo todo querendo saber o que vai acontecer, se eles ficarão juntos, se o “negócio dos sonhos” de Jane um dia irá parar ou se ela irá descobrir o motivo pra isso acontecer com ela.
Achei uma história muito interessante e criativa também, Jane sofre demais, coitada, imagina você não poder fazer nada, nem coisas simples como pegar um ônibus, pois alguém pode cochilar e então você será levada pra dentro daquele sonho. Quando são apenas sonhos, tudo bem, o pior mesmo é quando ela é puxada pra dentro de pesadelos, como os que ela tem presenciado várias vezes por esses dias, pesadelos terríveis que envolvem Cabel...
É claro que eu recomendo o livro pra todos, até mesmo pra você, que não é tão chegado em fantasia, pois a única parte “não real” é a coisa dos sonhos, mas nem acho que podemos dizer que isso é fantasioso, pois até tem uma explicação e ela é bem mais pra realidade do que pra ficção.