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domingo, 27 de outubro de 2013

Bom, Ruim ou Tanto Faz?


Olá, queridas e amadas pessoas do meu blog.
Demorei pra fazer este post, na verdade, não era esse post que eu ia fazer hoje, mas como o assunto surgiu, vais ser esse mesmo.
Vocês, pessoas que seguem o blog há algum tempo, já devem saber que amo tatuagens certo? Pois é, eu amo mesmo e já faz um tempinho que estava querendo fazer outra. Tenho muitas ideias, um milhão de frases prediletas de livros que ainda quero tatuar em mim. Algumas pessoas dizem que irão virar um gibi, já eu, provavelmente irei virar uma citação ambulante.
Mas não, não vou fazer uma citação dessa vez, pois fiquei pensando, queria fazer algo diferente, algo que mais ninguém tivesse, então a forma mais lógica seria fazer uma tatuagem personalizada, algo que eu mesma criasse, esse “eu” no caso, quer dizer meu marido, pois eu dou a ideia, digo o que quero e ele coloca a mão na massa e cria o desenho.
Enfim, pensei em fazer um livro aberto de ponta cabeça e alguns símbolos de livros que gosto caindo das páginas. É uma ideia muito boa pra mim, pois essa tattoo será aproveitada pelo resto de minha vida, pois sempre que encontrar um símbolo novo, - e é claro que eu irei, pois novos livros bons estão sempre aparecendo em minha vida – é só acrescentá-lo a tatuagem, por isso terei que fazer o livro o mais alto que conseguir, pra poder ter espaço sobrando pros próximos desenhos que ainda virão.
É isso, eu ia fazer a tal tattoo hoje, mas o excelentíssimo esposo não está se sentindo muito bem, está com dor de cabeça e as mãos tremendo, ele até disse que faria (pois fiquei atormentando), mas que o risco seria por minha conta. Pois é, preferi não arriscar ser tatuada por mãos trêmulas e uma cabeça dolorida, isso pode esperar alguns dias, não tenho pressa.
Então, resolvi fazer a tattoo bem rapidinho, eu mesma desenhando o livro, bem feinho por sinal, mas não se preocupem, não ficará assim, pois o desenho não será feito por mim, só quis colar o esboço do desenho na perna pra poder ter uma noção básica de como irá ficar.
Pra quem não está entendendo alguns dos símbolos, lá vai uma explicação: Harry Potter, Esapada da Verdade, Cinderela, Senhor dos Anéis, pretty little liars, Nárnia, Crepúsculo (sim eu gosto, pare de me julgar), The Hunger Games, Shiver e Game of Thrones.  
Por enquanto colocarei apenas esses símbolos, nem sei se aguentarei fazer todos de uma vez, mas com o tempo e conforme as coisas forem surgindo, irei acrescentando mais.
Então, o que vocês acham? Quem gostou comenta e diga o motivo e quem não gostou, faça o mesmo, ok?

A opinião de vocês vai me ajudar! 

domingo, 20 de outubro de 2013

Eu Falo e Você Escuta - Gays Também Sabem Amar


Na última sexta-feira tive uma palestra sobre religião e política, estava tudo indo normalmente, até um homem, aparentemente muito ignorante se levantar e expor sua opinião, muito embora ninguém tenha perguntando ou dado qualquer evidência de querer saber a respeito.
Ele começou dizendo que não tem preconceitos contra gays, MAS...
Vamos fazer uma pausa, quando alguém diz que não sente preconceito, que não é racista e logo em seguida diz a palavra “mas”, calminha meu filho, se você disse “mas” significa que você é preconceituoso, que você e racista ou qualquer outra coisa que disse não ser, você apenas não quer admitir isso na frente de tanta gente. Se você não é preconceituoso, não iria dizer “mas”, seria apenas algo assim, “não tenho preconceito contra gays”, ponto final, não existe um “mas”.
Então, esse cara disse que não sente preconceito, MAS não quer que seus filhos vejam dois homens se beijando em algum lugar publico. Minha vontade foi de levantar de minha cadeira e dizer que eu não gostaria que meus filhos vissem homens como ele dizendo coisas como aquelas, não quero que meus filhos conheçam pessoas como ele e tenho pena dos filhos dele, pois com certeza, crescerão com os mesmos pensamentos cavernosos.
Qual o problema com as pessoas? Já vi milhares de casais de sexos diferentes se agarrando em lugares públicos, qual o problema de um casal gay dar um beijinho, um abraço, andar de mãos dadas ou expressar seu amor de alguma forma? Muita gente diz que os filhos irão fazer perguntas sobre a cena, é verdade, se meu filho visse dois homens ou duas mulheres se beijando, ele iria me perguntar alguma coisa, eu apenas iria explicar que eles se amam e são namorados, não há problema nisso, seu filho não se tornará gay por ver um casal gay. Conheço muitos gays, todos eles disseram que não é uma escolha, não é algo que você decide ser, você apenas nasce assim.
Eu realmente não entendo como o cérebro de pessoas como o cara da palestra funciona. Tenho uma amiga, gosto muito dela, gosto de verdade, mas ela foi criada de uma forma errada, as pessoas da família dela não gostam de gays, ela diz que não tem nada contra e tal, mas ela tem, pois sempre diz um “mas” e coloca alguma objeção, ela acha que é errado pessoas do mesmo sexo se casarem e adotarem filhos. Disse pra ela que se ela pode encontrar o homem da vida dela e com ele se casar, porque aquele carinha não pode encontrar o homem da vida dele e se casar com ele também? Só ela pode realizar esse sonho? Isso tá errado, gente, muito errado.
Uma vez contei que um amigo gay estava adotando uma criança e que ele estava muito feliz, que quando perguntávamos se ele preferia menino ou menina, ele apenas respondia que queria ser pai, que queria uma criança para cuidar, o sexo não importava. Minha amiga me olhou de uma forma muito peculiar, aparentemente com olhos raivosos e disse que ele deveria ter os próprios filhos. Fiquei indignada, pois ela disse que a criação da criança seria totalmente errada e não estava correto. Eu sabia que a única criação errada ali era a dela, como também sabia que não mudaria sua forma de pensar, tentei explicar de uma outra forma. Ela nunca entenderia que filhos de gays raramente se tornam gays e que os gays nasceram de um casal hétero  também não entenderia o amor de um pai pelo filho nessas circunstancias, então optei usar outra tática, perguntei qual opção seria melhor, ser criado, amado e viver num lar com pais gays ou viver o resto da vida num orfanato ou pior ainda, viver nas ruas sem teto, amor ou condições básicas de vida? Então ela disse que nesses casos ela preferia os pais gays.
Sabe, tantas crianças nas ruas, tantas crianças abandonadas, tantas crianças em orfanatos, tantos orfanatos lotados e pessoas dizendo que os gays deveriam dar um jeito de ter seus próprios filhos ao invés de adotar uma criança necessitada de amor e carinho. Gente querendo dar amor e gente precisando desse amor, sendo julgados por gente com objeções sem sentido ou lógica.
Acho que a maneira de convencer pessoas preconceituosas é dizer que amor é amor, não importa como for, qualquer forma de amor é válida ou então, qualquer amor é melhor do que a falta dele ou do que o ódio. Num mundo como esse em que vivemos, onde o ódio domina tantas partes, qualquer maneira de amar deve ser aceita.
Por qual motivo o amor incomoda? Eu não entendo, não consigo entender, acho que nunca entenderei como pode existir gente que sente ódio, se incomoda, não aceita e acha isso errado. É um absurdo!

Ainda acho que daqui uns 100 ou 150 anos, as coisas serão diferentes e casais gays serão apenas casais comuns, como deveriam ser agora, ainda acho que tudo irá melhorar e que ninguém irá levar uma surra nas ruas por estar de mãos dadas com a pessoa que ama, o amor ainda irá vencer essa guerra, o que me entristece é saber que já não estarei viva pra presenciar esse mundo.  

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Quem é Você, Alasca?


Previsível! Essa palavra resume a maior parte dos sentimentos que esse livro me trouxe. Não me leve a mal, você que gosta das obras de John Green, eu também gosto. Bem, na verdade esse é o segundo livro dele que li, mas depois que terminei “A Culpa é das Estrelas” (clique aqui para ver a resenha) fiquei louca da vida procurando por mais livros do escritor, pois já sabia que o adorava.
Acho que “Quem é Você, Alasca?” foi o primeiro livro que ele escreveu, é isso? Não me lembro e estou com preguiça de ir procurar no Google, então se eu estiver errada, me corrija.
Vamos lá, já disse que o livro foi previsível, mas vocês não fazem ideia do quanto, foi tipo uma coisa de louco, eu adivinhei cada detalhe que iria acontecer e adivinhei isso tudo muito rápido. Não sei se é por ler muita coisa, ver muita coisa, sei lá, não sei se foi somente comigo, pois as resenhas que vi foram bem positivas sobre o livro, mas nossa, foi difícil, eu li até o final esperando estar enganada, juro pra vocês, eu queria muito estar enganada sobre minhas adivinhações, fiquei só imaginando a cara de John Green rindo de mim no final enquanto dizia: “ Ah, idiota, pensou que sabia de tudo, né sabidona? Te enganei legal, toma essa”, mas não foi isso que aconteceu, John Green não apareceu para tirar onda com minha cara, pois eu estava certa, em todos os sentidos.
Deixe-me tentar explicar como o negócio foi sério. Logo na primeira frase do livro que dizia, “trezentos e não sei quantos dias antes”, não estava escrito esse “não sei quantos dias”, tinha um número certo, trezentos e alguma coisa, eu é que não lembro, mas então, quando li essa pequena frase, eu já sabia o que aconteceria quando os trezentos dias chegassem ao fim, eu sabia, eu disse pras pessoas da minha casa, contei o que ia acontecer e foi batata, aconteceu mesmo. Depois que os trezentos dias chegaram eu novamente previ o que iria acontecer e novamente estava certa. Previ cada acontecimento, tudo o que pensei aconteceu, tudo o que imaginei aconteceu, nada diferente da história que se formou em minha cabeça. Isso é triste, foi triste pra mim, muito triste, não somente por já ter uma imagem formada de John, uma imagem bonita e criativa, mas é duro quando um livro não te surpreende em absolutamente nada.
Eu não gostei, nem um pouco, nem um pouquinho, nadinha, foi uma chatice.
Ok, vamos logo dizer sobre o que é a história. Miles Halter é um adolescente que está indo viver num colégio interno, não por culpa de seus pais, ele quer ir, acha que viverá muitas aventuras lá, da mesma forma que seu pai viveu quando era adolescente.
Miles é um garoto estranho, nerd (característica clássica de John Green) e adora colecionar últimas palavras. Isso mesmo, ele coleciona as últimas palavras das pessoas, as últimas palavras que elas disseram antes de morrer. Ele é alucinado por biografias e sempre adora ver o que a pessoa disse antes de bater as botas, meio mórbido, não? Mas tudo bem, cada um com sua loucura e esquisitice, eu também tenho as minhas e sei que você também tem alguma, todo mundo tem.
Lá no colégio ele conhece Alasca Young, uma garota muito doidona, que bebe pra caramba, fuma pra morrer, não para saborear, adora sexo e deixa isso muito claro pra todo mundo, já dormiu com mais caras do que você pode imaginar. Então, o pobre Miles se apaixona perdidamente por Alasca, claro, ela é linda, não somente linda como também gostosa. O fato de ser uma piriguete não importa para pobres meninos como Miles que veem apenas o que querem ver.
O livro tenta passar uma imagem maravilhosa e ao mesmo tempo terrível de Alasca, mas acontece que ela não é nada maravilhosa, é apenas uma piriguete que usa os garotos. É esperta, feminista, é verdade, mas é só uma drogada, bêbada, sem vergonha e desmiolada. Não vejo graça ou coisas boas vindo dela. Não entendi o motivo pra tanta gente se ver jogado aos pés de Alasca. O que? Agora as periguetes depressivas merecem todo o amor do mundo? Qual é!
Tudo bem, Miles está procurando seu grande talvez, uma frase que viu em um livro, enquanto Alasca procura como sair do grande labirinto, outra frase que ela encontrou num livro.
O livro possui suas filosofias, frases inteligentes e coisinhas que te fazem pensar, mas somente isso, nada demais, nada de surpreendente.
Me decepcionei de uma forma quase incompreensível, não sei se fui com muita sede até o pote, mas foi exatamente assim que me senti, vazia. O livro não me fez sentir nada, nem mesmo quando os trezentos e tantos dias chegaram ao fim.

Não vou parar de ler os livros de John Green, não, isso não vai acontecer, pois ainda gosto dele e “A Culpa é das Estrelas” supera meu sentimento de pobreza de espírito, por isso, ainda indico a leitura de seus outros livros, que eu ainda irei ler e resenhar pra vocês, preciso colocar a moral de John lá em cima outra vez, sinto que é meu dever, pois ele é um ótimo escritor, só acho que não teve tanta sorte e ideias boas quando resolveu colocar “Quem é Você, Alasca?” no papel. 

domingo, 13 de outubro de 2013

Invocação do Mal

Era noite de sábado, estávamos todos cansados depois de um dia cheio e corrido, a semana de provas havia acabado há poucos dias e tudo o que eu queria era relaxar em um cinema, vendo um filme de terror que todo mundo estava falando bem, muitas críticas positivas rolando.
Ok, tudo estava indo bem, mas quando cheguei ao cinema me deparei com uma fila enorme, mas tão enorme que mesmo faltando 40 minutos pro filme começar, achei que não conseguiríamos comprar o ingresso a tempo.
Meu ódio começou logo na fila, quando um grupo de adolescentes começou a se juntar ao lado de duas garotas que estavam na fila, bem na minha frente. Logo pensei que aqueles meninos iriam querer passar na frente das meninas, eles eram amigos e elas poderiam estar guardando lugar para eles. Estava preparada para protestar, caso isso acontecesse, era um grupo grande, umas 6 pessoas, mas apenas uma delas entrou na minha frente. Tudo bem, pensei, é apenas uma pessoa, não irei dizer nada, mas mesmo assim fiquei com cara de quem não está feliz.
Logo depois, consegui comprar o ingresso a tempo, mas quando fui entrando na sala do cinema, dei de cara com uma multidão de adolescentes. Não me levem a mal, adoro adolescentes, na maioria das vezes, eu até escrevo para adolescentes, eles são meu público alvo, mas uma multidão de adolescentes que vieram para ver um filme de terror... Isso não é coisa boa, já passei por isso várias vezes em minha vida, adolescentes amontoados para um filme de terror só significa uma coisa: gritaria indesejada, conversas intermináveis, sussurros, beijos escandalosos na sua frente, mil e uma gracinhas e assim por diante. Quando temos apenas alguns adolescentes avulsos, tudo bem, sem problemas, mas quando eles surgem em bando, não estão lá pelo filme, muito pelo contrario, estão lá pra fazer graça, beijar uns aos outros e gritar descontroladamente quando uma cena de terror aparecer na tela, isso é um fato, admita.
Pois bem, foi exatamente isso que aconteceu, eles não calaram a boca e como o cinema de Araraquara é uma beleza, ninguém tomou nenhuma atitude com aquele povo. Eu fiquei tão nervosa, mas tão nervosa. Uma cena de 1 segundo de terror aparecia e aquele povo gritava por 10 minutos seguidos e risadas por todo lado, gente batendo palmas, pois um dos fantasmas do filme, batia palmas. Quando uma mulher muito gorda apareceu no filme, um garoto gritou: MADIMBU!
O cara que estava sentando bem ao meu lado não era um adolescente, mas ele não calou a boca, nem por um minuto. Ele ficava narrando a história, quando a tela ficava escura, ou quando tudo estava calmo ele falava pra pessoa ao seu lado que logo iria ter um susto que o TOM ou BAM iria aparecer logo. Eu tive que respirar fundo umas 20 vezes para não gritar com esse cara. Minha vontade era de agarrá-lo pelo colarinho da camiseta, olhar bem fundo em seus olhos e dizer:
-- Filho, ô meu filho, dá sossego, só um pouco, cala essa boca, todo mundo sabe que quando tudo fica quieto ou quando a tela fica escura, algo vai acontecer, todo mundo sabe disso, não precisar ficar avisando, filho.
Eu não disse nada, pois o cara do outro lado ficava dizendo “JESUS”, a moça atrás de mim ficava gritando “MEU DEUS DO CÉU “ e assim por diante, se eu fosse ficar brava, teria que dar sermão em todo mundo daquele maldito cinema. Não sei como consegui escolher um dia tão péssimo para ir ver um filme.
Mas isso não foi o pior de tudo, nem de perto, o filme foi uma porcaria, uma porcaria sem fim, um clichê atrás do outro, vocês nem fazem ideia.
E para fechar com chave de ouro, quando estava saindo do cinema e indo em direção ao meu carro, uma garota com um vestido que nem ao menos cobria seu bumbum começou a dizer para os amigos que eles iriam acordar na manhã seguinte, todos “ESTRUPRADOS”...




Ok, depois dessa belíssima introdução, vamos logo fazer a resenha do filme, apertem o cintos e se preparem, pois lá vai.
Eu jurava que o filme seria legal, pois todo mundo e quando digo todo mundo quero dizer TODO MUNDO mesmo, estava falando muito bem, dizendo que era isso, aquilo, que levávamos sustos e tudo mais. Eu estava animada, empolgada, pois nem me lembro da última vez que vi um filme de terror bom, é uma pena, mas ainda continuo sem me lembrar.
O filme vai contar a história de uma família que se muda para uma casa que está assombrada, oh que diferente. Um casal de pesquisadores do mundo sobrenatural aparecem para ajudar a tal família a se livrar dos espíritos malignos da casa.
Então tá, nem preciso ficar explicando muito os fatos, pois temos um casa amaldiçoada por uma bruxa, coisas estranhas acontecendo e gente que entende do assunto tentando purificar tudo.
Vamos logo ao que interessa, os malditos clichês, vou tentar enumerá-los, é claro que não vou me lembrar de todos, mas tudo bem
Clichê número 1 – Casa assombrada há não sei quantos anos.
Clichê número 2 – Família se mudando para casa assombrada.
Clichê número 3 – o cachorro que se recusa a entrar na casa nova.
Clichê número 4 – o cachorro é o primeiro a morrer.
Clichê número 5 – as crianças da casa são as primeiras a verem os fantasmas.
Clichê numero 6 – a criança faz amizade com um dos fantasmas e vemos a clássica cena da criança sentada conversando ou dando risada sozinha.
Clichê número 7- brinquedos assombrados.
Clichê número 8 – cadeira de balanço que se balança sozinha.
Clichê número 9 – boneca maligna com cara de bicho papão dando susto nas pessoas.
Clichê número 10 – pássaros morrendo, enquanto batem contra as janelas da casa.
Clichê número 11 – pessoas que se enforcam na árvore em frente a casa.
Clichê número 12 – os fantasmas puxando os pés das pessoas enquanto elas estão dormindo.
Clichê número 13 – exorcismo com vômito.
Clichê número 14 – portas se abrindo sozinhas.
Clichê número 15 – garotas usando o clássico pijama de vestido branco comprido e o cabelo todo solto no rosto.
clichê número 16 - crianças olhando debaixo da cama depois de terem seus pés puxados.
Eu poderia continuar, sério, poderia mesmo, mas chega, já deu pra perceber do que estou falando, não é mesmo?
O filme é uma droga, muito ruim. Tudo bem, levamos alguns sustinhos, é verdade, mas isso não é por causa da cena em si e sim por causa do clima. Deixam tudo quietinho e do nada um barulho muito alto explode nos seus ouvidos. O susto não foi pela cena, foi pelo barulho, se tivesse estourado uma biribinha (aquelas bombinhas de festa de São João) no meu ouvido, eu me assustaria da mesma forma.
Não tem história nenhuma acontecendo nesse filme, eles apenas juntaram cenas clássicas de terror, cenas batidas e colocaram todas elas em um único filme, eu nem acreditei no quanto as cenas foram copiadas, é até bizarro.

É isso, cansei já, chega pra mim, tudo que posso dizer é pra não assistir, ou então assista e divirta-se... 

domingo, 6 de outubro de 2013

Depois da Terra


Desde que vi o trailer, fiquei com vontade de ver o filme, mas achei que Will Smith seria o foco, como sempre, mas a pessoa que teve o foco maior nesse filme, foi o filho do Will Smith.
Pois é, pra mim esse filme foi um grande passe de entrada do filho do Will Smith para as telinhas, foi a grande entrada com classe, pegando um filme em 3D, cheio de ação e tendo  pai e filho atuando. A verdade é que se o pai não tivesse feito o filme, não seria tão falado assim, eles colocaram o pai para que o filho fosse assistido. Mas enfim, eu não detestei o filme, como tanta gente detestou, muita gente falou coisas ruins, disseram que não presta e tudo mais, mas não acho que seja assim.
Vejamos, tenho alguns critérios para classificar os filmes como ruins, aqueles que não consigo ver até o final, aqueles que vejo forçadamente, alguns vejo achando que o final irá compensar tudo, entre outros. Depois da Terra não se encaixou em nenhuma dessas categorias, pois assisti até o final numa boa, sem odiar, sem ficar com raiva e nem nada disso.
O filme vai mostrar os seres humanos vivendo em outros planetas, pois a terra estava destruída, então os humanos vão para outro planeta, mas encontram alienígenas que são criaturas feitas para matar humanos. Esses alienígenas sentem o cheiro do medo e por isso encontram os humanos onde quer que eles estejam, mas algumas poucas pessoas chamadas de “ghost” conseguem não sentir medo, por isso não liberam o hormônio do medo, sei lá, não lembro o nome do negócio, mas é isso, se a pessoa não sente medo, o alienígena não pode ver a pessoa, sendo assim ela o mata num piscar de olhos. Então, Will Smith é um ghost nesse filme, por isso é quase uma lenda entre os humanos.
Muito bem, num dia eles estão fazendo uma viagem com a nave espacial, mas acontece um problema no caminho, eles são atingidos e caem num planeta complemente perigoso, a Terra. Nosso planeta está totalmente mudado, há mil anos não é habitado por humanos e tudo que se encontra por lá evoluiu para nos matar. Na queda, Will Smith ficou gravemente ferido, os outros passageiros morreram e o único que ficou vivo foi o filho de Will Smith. Eles precisam ligar um rastreador para que os outros humanos saibam onde a nave deles caiu, para que possam ser resgatados, mas o rastreador está quebrado, por isso o filho de Will Smith precisa andar sozinho pela Terra, até chegar ao outro pedaço da nave, que se partiu ao meio na queda, para pegar outro rastreador.
Enfim, o filme inteiro fica mostrando o garoto tentando chegar até o outro pedaço da nave, enquanto sobrevive no planeta, tendo apenas as instruções que seu pai vai lhe dando.
Como disse antes, eu gostei do filme, não é nada de extraordinário, nada de tão diferente ou qualquer outra coisa do tipo, mas não é ruim. Não achei ruim a interpretação do filho de Will Smith, mas também não achei espetacular, mas qual é, esse foi o primeiro filme dele, ao menos eu acho que foi.
É um filme com ação, aventura e cenas tensas, eu recomendo, acho que vale a pena ser visto e não acho que seja perda de tempo. Não vai ser o melhor filme que você viu na sua vida, mas dá pra passar o tempo. 
Como podem ver, não falei muita coisa do filme, pois não há muito o que se falar mesmo, mas é isso, aquele tipo de filme que assistimos e achamos legal e só isso. 


PS- não sei o motivo por ter dito "Will Smith" um milhão de vezes seguidas e por não ter dito o nome do personagem dele no filme, é que pra mim ele vai ser sempre Will Smith, não importa qual seja seu papel e nome de personagem, sendo assim, seu filho sempre sera "o filho de Will Smith". :)

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Eu Falo e Você Escuta - Desespero em Meras Folhas de Papel


Você já teve aquele momento em sua vida, onde você se matou de tanto estudar para uma prova, achou que estava sabendo a matéria e pensou que tudo sairia bem, mas então a bendita prova chega até suas mãos e sua primeira reação ao ler a questão número um é nada mais nada menos que:
“De qual profundeza do inferno saiu essa porcaria?”

Sim, você não faz a mínima ideia sobre o que acabou de ler, mas você fica se perguntando, como assim? Eu estudei, como posso não saber do que esse cristo de professor está falando? Não é possível! Mas é, infelizmente é totalmente possível e real, já aconteceu comigo, aconteceu na semana passada e foi terrível, gente do céu, como foi terrível.
Sou do tipo de pessoa que nunca deixa de estudar para uma prova e que acha a melhor coisa do mundo pegar a avaliação nas mãos e perceber que sabe todas as respostas, é como um pedaço do paraíso estendido em seus dedos, é melhor do que chocolate e maquiagem nova, é algo de outro mundo perceber que vai tirar um 10 na prova. Mas como nem tudo na vida é alegria e pedaços do paraíso, algumas vezes nos deparamos com pedaços do inferno estampados numa folha de papel.
Eu li aquela bendita pergunta umas mil vezes e não fazia ideia sobre o que responder, não tinha nem noção. Kkkkkk
Estou rindo, né? Mas é só tática usada para não chorar, pois não fui bem nessa prova, nem um pouco bem e isso significa estudar igual uma doente mental, doida varrida e alucinada, como se não houvesse amanhã para a segunda prova. É a única saída, pois não quero ficar de exame, prefiro a morte!
Na minha faculdade a média é 7, então precisamos de no mínimo 14 pontos, juntando as duas provas, é claro. A noticia boa é que essa foi a única prova que não fui bem, nas outras 6 matérias, creio que tirei entre 8,5 e 10, o que já ajuda muito, pois ir fazer a segunda prova sabendo que precisa de 4 ou 5 pontos é maravilhoso.
Estou escrevendo esse texto enquanto tiro uma pausa de meus estudos para a prova de Direito Administrativo que terei amanhã (minha última prova do bimestre). Não estou com expectativas altas sobre amanhã, pois nunca tive tanta coisa pra estudar numa prova, como estou tendo para essa. Não aguento mais ver a cara do Mazza no Youtube, ele é um professor que sabe dar uma aula fantástica, além de ser muito engraçado, mas juro, não tô podendo mais ver a cara desse homem, muito menos escutar a voz.
Outra coisa boa, ao menos pra mim, é que a prova será na segunda aula, então terei a primeira aula para estudar mais com minhas amigas, a gente fica se ajudando, retomando a matéria e tudo mais. Outra coisa legal, é que sempre fico imaginando o que irá cair na prova e na maioria das vezes consigo adivinhar e tudo que digo que cairá, cai. É claro que em alguns casos específicos nada do que estudei ou falei aparece na maldita, como na minha prova de Direito Constitucional, mas desgraças acontecem em qualquer lugar, com qualquer pessoa, até mesmo com boas pessoas.
Como quero que esse ano acabe logo, estou com tantos livros bons pra ler, tantas ideias pro meu livro pra escrever, tantas séries para assistir. Quero férias!
Final de ano é sempre assim, né? A gente não para. Pra ajudar, semana que vem teremos a semana jurídica e eu vou participar nos preparativos, o que significa menos tempo e mais trabalho e daqui exatamente três semanas as provas começam tudo outra vez, olha que firmeza!
É isso, minha gente, deixa eu parar por aqui e voltar para minha delícia de Direito Administrativo que está a coisa mais divina do mundo para estudar, a coisa mais linda, nem vejo a hora de pegar aquela doutrina novamente.
Vamos que vamos, me desejem sorte e que eu continue viva ou parando em pé até o final do ano, pois no momento, você não saberia dizer a diferença entre um zumbi perambulando pela rua e eu. Preciso dormir e parar de dar susto nas pessoas por causa do tamanho de minhas olheiras, ninguém deveria ser obrigado a ver uma cena dessas. Pobres pessoas... 
Até a próxima!